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O programa Impulso Jovem apresenta um conjunto alargado de medidas de combate a um dos principais desafios com que Portugal se confronta actualmente: os elevados níveis de desemprego jovem.

Este programa constitui ainda a resposta do Governo Português ao desafio lançado pela Comissão Europeia no Conselho Europeu de 30 de Janeiro para a apresentação de uma estratégia de combate ao desemprego jovem e apoio às PME.

O programa “Impulso Jovem”, largamente apregoado pelo Executivo nas últimas semanas, incide em três eixos fundamentais: estágios profissionais, apoio à contratação, à formação profissional e ao empreendedorismo, e apoios ao investimento”, revela o comunicado do Governo divulgado esta quarta-feira após a aprovação do plano em Conselho de Ministros.

Das medidas concretas do programa pouco mais se conhece, mas é expectável que nele estejam incluídas algumas das medidas enviadas a Bruxelas em março. No caderno de propostas entregues à Comissão Europeia destacava-se o ‘passaporte-emprego’, com vista à criação de estágios profissionais para jovens desempregados inscritos há pelo menos quatro meses nos centros de emprego.

Nestes casos seria atribuída uma “bolsa de apoio” à entidade empregadora, que variaria conforme o grau académico do candidato. A medida seria ainda acompanhada pelo prolongamento da bolsa de apoio por mais seis meses, se as empresas contratassem depois os estagiários por um período mínimo de dois anos.

No campo da formação profissional, tinha sido proposto a Bruxelas a criação de um “incentivo à promoção da orientação profissional” de três grupos de destinatários: jovens sem escolaridade obrigatória, jovens com habilitações escolares mas sem qualificação profissional e, por último, a possibilidade de criação do próprio emprego aos jovens com qualificações e habilitações escolares.

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